F-Insight Research
Relatórios de Mercado
Análises profundas do mercado financeiro brasileiro e internacional. Relatórios semanais, mensais e trimestrais com dados macroeconômicos, análises setoriais e perspectivas de mercado.
Relatório Semanal de Mercado - janeiro de 2026
O mercado brasileiro, representado pelo Ibovespa, encerrou a semana em leve retração de -0.72%, atingindo 161.973 pontos. Este movimento ocorreu em um contexto de consolidação após recentes altas, e apesar da pressão vinda de setores de tecnologia e saúde, o índice foi parcialmente sustentado pela forte recuperação nos setores de Varejo e Transporte. O destaque da semana foi a performance notável das ações cíclicas domésticas, impulsionadas por expectativas de melhoria no cenário de consumo e, possivelmente, por um posicionamento antecipado do mercado em relação a futuros cortes na taxa Selic, que atualmente se mantém em 12.25% a.a. Internacionalmente, os índices americanos apresentaram perdas modestas (S&P 500 -0.19%, Dow Jones -0.80%), refletindo uma cautela contínua em relação à trajetória inflacionária global e à política monetária do Federal Reserve. O Bitcoin, por sua vez, demonstrou resiliência, com uma valorização expressiva de +4.70%, sinalizando um apetite por risco em ativos digitais. No Brasil, a taxa de câmbio permaneceu estável, com o Dólar cotado a R$ 5.38 (+0.06%). A análise setorial revelou uma dicotomia clara: enquanto o Varejo (+8.92%) e o Transporte (+6.78%) lideraram os ganhos, impulsionando MGLU3 e VIIA3, o setor de Tecnologia sofreu uma correção acentuada (-5.67%), penalizando ações como CASH3 e LWSA3. A volatilidade do mercado sugere que investidores estão reavaliando o balanço entre ações de crescimento (growth) e ações de valor (value) em um ambiente de juros ainda elevados, mas com perspectivas de melhora no ciclo econômico doméstico.
Relatório Mensal de Mercado - janeiro de 2026
O período entre 17 de dezembro de 2025 e 17 de janeiro de 2026 foi marcado por uma leve correção nos mercados acionários globais, refletindo incertezas macroeconômicas, mas com o mercado doméstico brasileiro (IBOVESPA) apresentando uma resiliência notável em setores específicos. O IBOVESPA encerrou o período em 161.973 pontos, com uma queda marginal de 0.72%, performance ligeiramente superior à de índices americanos como o Dow Jones (-0.80%) e o S&P 500 (-0.19%). O cenário doméstico é caracterizado pela manutenção da taxa Selic em 12.25% a.a., sinalizando cautela do Banco Central no combate à inflação (IPCA em 4.83%), o que sustenta a atratividade da renda fixa. Contudo, o grande destaque do mês foi a performance do setor de Varejo e Transporte, impulsionada por expectativas de resultados de final de ano e, possivelmente, uma antecipação de melhora no ciclo de crédito, evidenciada pela forte valorização de empresas como MGLU3 (+17.89%) e VIIA3 (+15.05%). Internacionalmente, a estabilidade do câmbio (Dólar a R$ 5.38) e a forte valorização do Bitcoin (+4.70%) indicam um ambiente de apetite por risco em ativos não convencionais, apesar da aversão observada nos índices tradicionais. A disparidade setorial no Brasil, com Tecnologia sofrendo forte desvalorização (-5.67%) e setores cíclicos domésticos em alta, sugere uma rotação de capital em busca de valor e recuperação pós-ciclo de juros altos.
Relatório Trimestral de Mercado - janeiro de 2026
O quarto trimestre de 2025, estendendo-se até meados de janeiro de 2026, foi marcado por uma performance de consolidação nos mercados globais e domésticos. O Ibovespa registrou uma leve retração de -0.72%, fechando o período em 161.973 pontos, refletindo a cautela dos investidores frente à manutenção da taxa Selic em patamares elevados (12.25% a.a.) e incertezas fiscais domésticas. Internacionalmente, os principais índices americanos (S&P 500, Dow Jones, NASDAQ) também apresentaram pequenas quedas, indicando um ambiente de menor apetite por risco global, apesar da estabilidade cambial do Real frente ao Dólar (R$ 5.38). O grande destaque do período foi a forte recuperação do setor de Varejo e Transporte, impulsionada por expectativas de melhoria no consumo e a resiliência das empresas aéreas, com o setor de Varejo subindo +8.92%. Em contraste, o setor de Tecnologia sofreu uma correção significativa (-5.67%), penalizando empresas de crescimento (growth stocks) que foram líderes em ciclos anteriores. A inflação (IPCA 12 meses em 4.83%) permanece sob monitoramento rigoroso do Banco Central, justificando a política monetária restritiva. Apesar da performance modesta dos índices, a dispersão setorial oferece oportunidades. A recuperação cíclica de setores sensíveis à economia doméstica, como Varejo e Construção (+2.34%), sugere que o mercado pode estar precificando um futuro ciclo de flexibilização monetária, mesmo que este ainda não tenha se materializado. A valorização expressiva de ativos digitais, como o Bitcoin (+4.70%), aponta para uma busca contínua por ativos descorrelacionados em um cenário de taxas de juros elevadas.
Relatório Trimestral de Mercado - janeiro de 2026
O quarto trimestre de 2025, estendendo-se até meados de janeiro de 2026, foi marcado por uma performance de consolidação nos mercados globais e domésticos. O Ibovespa registrou uma leve retração de -0.72%, fechando o período em 161.973 pontos, refletindo a cautela dos investidores frente à manutenção da taxa Selic em patamares elevados (12.25% a.a.) e incertezas fiscais domésticas. Internacionalmente, os principais índices americanos (S&P 500, Dow Jones, NASDAQ) também apresentaram pequenas quedas, indicando um ambiente de menor apetite por risco global, apesar da estabilidade cambial do Real frente ao Dólar (R$ 5.38). O grande destaque do período foi a forte recuperação do setor de Varejo e Transporte, impulsionada por expectativas de melhoria no consumo e a resiliência das empresas aéreas, com o setor de Varejo subindo +8.92%. Em contraste, o setor de Tecnologia sofreu uma correção significativa (-5.67%), penalizando empresas de crescimento (growth stocks) que foram líderes em ciclos anteriores. A inflação (IPCA 12 meses em 4.83%) permanece sob monitoramento rigoroso do Banco Central, justificando a política monetária restritiva. Apesar da performance modesta dos índices, a dispersão setorial oferece oportunidades. A recuperação cíclica de setores sensíveis à economia doméstica, como Varejo e Construção (+2.34%), sugere que o mercado pode estar precificando um futuro ciclo de flexibilização monetária, mesmo que este ainda não tenha se materializado. A valorização expressiva de ativos digitais, como o Bitcoin (+4.70%), aponta para uma busca contínua por ativos descorrelacionados em um cenário de taxas de juros elevadas.
Relatório Mensal de Mercado - janeiro de 2026
O período entre 17 de dezembro de 2025 e 17 de janeiro de 2026 foi marcado por uma leve correção nos mercados acionários globais, refletindo incertezas macroeconômicas, mas com o mercado doméstico brasileiro (IBOVESPA) apresentando uma resiliência notável em setores específicos. O IBOVESPA encerrou o período em 161.973 pontos, com uma queda marginal de 0.72%, performance ligeiramente superior à de índices americanos como o Dow Jones (-0.80%) e o S&P 500 (-0.19%). O cenário doméstico é caracterizado pela manutenção da taxa Selic em 12.25% a.a., sinalizando cautela do Banco Central no combate à inflação (IPCA em 4.83%), o que sustenta a atratividade da renda fixa. Contudo, o grande destaque do mês foi a performance do setor de Varejo e Transporte, impulsionada por expectativas de resultados de final de ano e, possivelmente, uma antecipação de melhora no ciclo de crédito, evidenciada pela forte valorização de empresas como MGLU3 (+17.89%) e VIIA3 (+15.05%). Internacionalmente, a estabilidade do câmbio (Dólar a R$ 5.38) e a forte valorização do Bitcoin (+4.70%) indicam um ambiente de apetite por risco em ativos não convencionais, apesar da aversão observada nos índices tradicionais. A disparidade setorial no Brasil, com Tecnologia sofrendo forte desvalorização (-5.67%) e setores cíclicos domésticos em alta, sugere uma rotação de capital em busca de valor e recuperação pós-ciclo de juros altos.
Relatório Semanal de Mercado - janeiro de 2026
O mercado brasileiro, representado pelo Ibovespa, encerrou a semana em leve retração de -0.72%, atingindo 161.973 pontos. Este movimento ocorreu em um contexto de consolidação após recentes altas, e apesar da pressão vinda de setores de tecnologia e saúde, o índice foi parcialmente sustentado pela forte recuperação nos setores de Varejo e Transporte. O destaque da semana foi a performance notável das ações cíclicas domésticas, impulsionadas por expectativas de melhoria no cenário de consumo e, possivelmente, por um posicionamento antecipado do mercado em relação a futuros cortes na taxa Selic, que atualmente se mantém em 12.25% a.a. Internacionalmente, os índices americanos apresentaram perdas modestas (S&P 500 -0.19%, Dow Jones -0.80%), refletindo uma cautela contínua em relação à trajetória inflacionária global e à política monetária do Federal Reserve. O Bitcoin, por sua vez, demonstrou resiliência, com uma valorização expressiva de +4.70%, sinalizando um apetite por risco em ativos digitais. No Brasil, a taxa de câmbio permaneceu estável, com o Dólar cotado a R$ 5.38 (+0.06%). A análise setorial revelou uma dicotomia clara: enquanto o Varejo (+8.92%) e o Transporte (+6.78%) lideraram os ganhos, impulsionando MGLU3 e VIIA3, o setor de Tecnologia sofreu uma correção acentuada (-5.67%), penalizando ações como CASH3 e LWSA3. A volatilidade do mercado sugere que investidores estão reavaliando o balanço entre ações de crescimento (growth) e ações de valor (value) em um ambiente de juros ainda elevados, mas com perspectivas de melhora no ciclo econômico doméstico.
Relatório Mensal - Dezembro 2025
Mercados encerram 2025 com forte alta. Ibovespa sobe 5,2% no mês, impulsionado por rali de fim de ano. S&P 500 avança 3,8% com otimismo sobre cortes de juros em 2026. Bitcoin dispara 15% e atinge US$ 91.000.
White Paper Q4 2025 - Análise Trimestral
Quarto trimestre de 2025 consolida recuperação dos mercados. Ibovespa sobe 12,8% no período, S&P 500 avança 11,2%. Perspectivas positivas para 2026 com expectativa de cortes de juros globais e retomada do crescimento econômico.
Relatório Semanal - Semana 02/2026
Mercados iniciam 2026 com cautela. Ibovespa recua 0,72% pressionado por Vale e Petrobras, enquanto S&P 500 mantém estabilidade (-0,19%). Dólar sobe levemente a R$ 5,375 em meio a expectativas sobre Selic.
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Calendário de Publicações
Relatório Semanal
Publicado toda segunda-feira pela manhã. Análise da semana anterior com destaques de mercado.
Relatório Mensal
Publicado todo dia 01 de cada mês. Visão consolidada do mês com análises setoriais.
Relatório Trimestral
Publicado em 01/01, 01/04, 01/07 e 01/10. Análise macroeconômica profunda e perspectivas.
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